O Jogo dos Punhos

Fonte: Adaptação feita por Fábio Otuzi Brotto a partir do Livro Jogos cooperativos: teoria e prática de Guillermo Brown.

Propósito:

Despertar a Consciência da Cooperação e experimentarmos novos “Jeitos de Ver-e-Viver” o Jogo e a Vida.

Objetivo comum:

Abrir as mãos uns dos outros.

Participação:

Não há limite. Recomendado para adolescentes e adultos. Joga-se em duplas.

Espaço:

Salão amplo

Desenvolvimento:

· Apresente o Jogo como algo muito semelhante a uma partida de futebol, onde temos dois times jogando para alcançar um objetivo, algumas regras e um tempo. Existem ainda, primeiros e segundos tempos, intervalos e quem sabe uma prorrogação.

· Após formar duplas, o focalizador sugere que imaginemos um sonho: “algo muito importante, valioso, um tesouro para si mesmo”. Seguramos este sonho-motivação na palma de uma das mãos. Todo mundo que joga precisa de uma motivação especial para jogar, não é?

· Ao sinal do focalizador, é proposto que se realize o objetivo do jogo: abrir as mãos uns dos outros. Há uma regra simples: vale tudo!!! A duração do jogo é de apenas 30 segundos. Valendo!

· Depois deste “primeiro tempo” de jogo, todos são convidados a entrar no “vestiário”, sentando frente ao próprio parceiro(a) para “ analisar” o jogo juntos: “quem alcançou o objetivo do jogo?”; “quais as estratégias utilizadas?” e “ o que pode ser feito para melhorar o jogo no segundo tempo?”.

· Sigamos para o “segundo tempo” e antes de iniciar todos devem trocar de dupla, “rapidinho”.

· Procedemos do mesmo modo até realizarmos a “prorrogação” (terceiro tempo).

· Ao final, convidamos todos para um “vestiário coletivo” para juntos compartilharmos a experiência e a tomada de consciência sobre os “diferentes estilos de Ver-e-Viver o Jogo e a Vida”.

Re-creação:

Experimente “vendar” um dos integrantes da dupla. Isto pode oferecer boas reflexões.

Processamento:

Este é um Jogo para sensibilizar pessoas e grupos para perceber os “padrões de cooperação, competição e alienação” presentes em cada um. Por isso, é importante criar um contexto acolhedor e inspirador, visando dar o suporte necessário para acolher as diversas reações conseqüentes desse processo.

1 cometários para “O Jogo dos Punhos”

  1. jose carlos ruiz Says:

    Participei desta oficina, no encontro de educadores ambientais em Avaré-SP, eu nunca tinha visto o mundo por este angulo, depois da oficina mudei conceitos e opiniões a respeito de como as coisas são, muito obrigado Renato, espero ser um multiplicador deste novo jeito de encarar o mundo.

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